sexta-feira, 10 de agosto de 2012

No caminho da esperança, vivendo com Jesus e por sua causa.


Querido (a) irmão (ã),
Após algum tempo longe do blog, com alegria volto para conversar com você.
 Vamos lá...

No mês passado, diversas foram as matérias e notas de imprensa divulgando pesquisas que revelaram a diminuição do número de católicos no Brasil, e esse número faz-se mais expressivo dentre os jovens.
Diante desses dados, mesmo sabendo que por vezes são opiniosos e usados por uma mídia manipuladora e sensacionalista, que tende ao ataque à Igreja, fiquei a pensar: o que está acontecendo conosco? Qual é a resposta que daremos a esse “êxodo” do catolicismo às diversas denominações cristãs e até mesmo ao ateísmo?
Diversas foram as respostas, e, diante delas, até mesmo questionamentos sobre as condições doutrinais e teológicas que essas denominações oferecem como solução mágica e instantânea para diversas crises do ser no mundo de hoje. Mas, ao invés de procurar culpados por essa “crise”, ou até mesmo entrar em atrito com essas situações, decidi ir além.
Eis que, diante de minha análise surge a seguinte conclusão: A começar por mim, por vezes tem faltado esperança e missionariedade!
Na introdução de sua Encíclica Spe Salvi, o Papa Bento XVI nos diz: Spe Salvi facti sumus  – é na esperança que fomos salvos: diz São Paulo aos Romanos e a nós também (Rm 8,24). A redenção, a salvação, segundo a fé cristã, não é um simples dado de fato. A redenção é-nos oferecida no sentido que nos foi dada a esperança, uma esperança fidedigna, graças à qual podemos enfrentar o nosso tempo presente: o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho.”.
Diante do chamado à esperança, tomando as Sagradas Escrituras, podemos perceber, como também nos narra o Santo Padre, que se pode intercambiar fé e esperança, uma permanece intimamente ligada à outra, porque, quando cremos em Jesus e fazemos com Ele cotidianamente nosso “encontro”, percebemos que Ele se torna o logos – a razão e o sentido – de nossa esperança, e mais que isso, de nossa existência.
É belo perceber que nada pode segurar o cristão, que nada pode barrar a força do Evangelho, ninguém pode conter a graça do Senhor que age na Igreja, porque temos por meio do Cristo, a certeza de que não somos daqui e que no céu receberemos, como ele mesmo prometeu, o prêmio, o consolo, a morada.
Mas, não quero me ater somente às questões escatológicas, pois, mais belo ainda é trabalhar e saber da possibilidade de que, como cidadãos do céu, herdeiros da esperança redentora e definitiva, podemos, graças também ao encontro com o Senhor, construir desde já o Reino de Jesus frente a todas as realidades que geram conflitos na vida do homem e o fazem perder o “gosto do eterno” saboreado e oferecido à Igreja.
E ao trabalhar as possibilidades, surge em nosso coração o desejo e a necessidade de ser desde já, na realidade cronológica, do aqui e do agora, agentes da esperança, fomentando-a em todos os corações dos que não conhecem ou que estão longe da promessa.
É preciso assumir nosso batismo e entender a abrangência deste sacramento, que nos confere o múnus de profetizar e nos faz o desafio de transformar.
Para que a mudança se dê é preciso começar de dentro para fora. Nós, jovens da/na Igreja precisamos ser uma expressão mais viva, que busca ser Igreja e semear esperança entre os que estão em nosso meio, entre os que estão longe de nós, entre os que são “de outros rebanhos” e entre os que estão como ovelhas sem pastor.
É necessário e urgente que saiamos da fé imatura, parada só na mística e que não se traduz na prática, prática essa que precisa ser comprometida com a causa de Jesus, em nível eclesial e social.
Recordo-me do saudoso João de Deus, o papa jovem, em sua mensagem por ocasião da XII JMJ, nos dizia o pontífice: “Mas – pergunto-vos – será melhor resignarem-se a uma vida sem ideais, a um mundo construído à vossa própria imagem e semelhança, ou, pelo contrário, procurar generosamente a verdade, o bem, a justiça, e trabalhar por um mundo que espelhe a beleza de Deus, mesmo que com o custo de se ter de enfrentar as provas que isso comporta?”.
Arregacemos as mangas!
Que em nossos grupos de jovens todos possam estudar as Sagradas Escrituras e o Catecismo da Igreja (hoje, disponível em uma linguagem jovial no You Cat), pois não há como falar do que não se conhece.
Que em nossos grupos possamos dar espaço a momentos de oração, esses, respeitando os diversos carismas dos componentes dos grupos, não devemos setorizar a graça de Deus.
Que em nossas paróquias, com o apoio de nossos pastores, a juventude se organize e visite famílias, doentes, dependentes químicos, levando esperança e alegria que brotam do Cristo.
Que nosso testemunho seja coerente e de impacto também nos meios acadêmicos nos quais estamos inseridos, não podemos nem devemos ficar alheios aos espaços formativos na sociedade.
Que as pessoas vejam em nós o rosto do Cristo que comungamos e o reflexo da oração que fazemos, que o céu comece a invadir as realidades vazias.
Ao final deste texto, você pode me perguntar: Por quê? Por que sair do comodismo? Por que aderirmos a desafios tão difíceis e porque nos comprometermos com algo que parece maior do que nós?
Eu, sem dúvida respondo: Por que Jesus não vale a pena, vale a VIDA!
Na próxima conversa falaremos sobre a história das JMJ’s.


Continuai enraizados Nele, edificados sobre Ele, firmes na fé tal qual vos foi ensinada, transbordando de ação de graças” (Cl 2,7).


Deus nos abençoe!
Seu irmão,
Seminarista Gabriel.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

AGOSTO: MÊS VOCACIONAL

Olá amigos!

No Brasil temos o costume de dedicar o mês de agosto às reflexões sobre as VOCAÇÕES. Por isso, a CNBB produziu e está promovendo um material muito interessante para ser trabalhado em nossas comunidades. Todos são convidados a tomar parte neste trabalho de discernimento e reflexão vocacional, portanto, agentes da pastoral vocacional, seminaristas, padres, leigos e leigas das diversas comunidades  de nossa diocese e outras, convido a todos a conferirem este link do site da CNBB para conhecerem as propostas e baixaram o material:

http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/ministerios-ordenados/9933-comissao-episcopal-disponibiliza-subsidio-para-a-celebracao-do-mes-vocacional


De qualquer modo adianto o texto:

Comissão Episcopal disponibiliza subsídio para a celebração do mês vocacional


Vocacional2012O mês de agosto é tradicionalmente dedicado na Igreja para a promoção e oração pelas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Por este motivo, a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada preparou um subsídio com sugestões para as celebrações deste período, com o apoio do Instituto de Pastoral Vocacional e da Rogate - revista de animação vocacional.
O tema que deve iluminar a reflexão do mês vocacional será “Chamados à vida plena em Cristo”, com o lema “Eis que faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5). São quatro celebrações, dedicadas a uma reflexão eclesiológica da vocação, da seguinte maneira: no primeiro domingo,  a vocação dos Ministros Ordenados (bispos, padres e diáconos); no segundo, a vocação da Vida em Família (em sintonia com a Semana Nacional da Família); no terceiro domingo a vocação da Vida Consagrada (religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados); e no último domingo, a vocação dos ministros não ordenados (todos os cristãos leigos e leigas).
 


Fonte: http://www.cnbb.org.br
Por: Sem. Gustavo Uchoa

segunda-feira, 30 de julho de 2012

NOSSA HISTÓRIA - JUBILEU DE NOSSA DIOCESE

Amanhã (31/07) celebraremos o Jubileu dos 75 anos de nossa Diocese de Lorena!

     Tal celebração é uma grande alegria para todos os membros desta Igreja Particular, afinal, já temos uma bela história para contar. Uma história escrita com a força e fé do povo destas terras, leigos e leigas engajados e fiéis à Igreja, representada e testemunhada na pessoa de seu Pastor, o bispo diocesano, e também confirmada na presença dos padres e diáconos sempre dispostos a servir o povo de Deus nas diversas comunidades paroquiais das cidades que compõem esta Diocese. 
     Certamente, para cada seminarista é uma grande alegria poder estar unido de modo tão especial a Diocese de Lorena neste tempo memorável de seu Jubileu, pois, na caminhada de discernimento vocacional colocamo-nos a disposição desta tão querida Diocese, que nos acolhe e, que nos ajuda a constituir nossa história ao mesmo tempo em que constituímos a sua também.
     
  • Apresento agora alguns dados históricos:

A Diocese de Lorena foi criada em 31 de julho de 1937 pelo então Papa Pio XI. 
O Santo Padre promulgou a Bula  “Ad Chistianae Plebis Regimen”. 
Sua Instalação foi dada aos 26 de dezembro do ano de 1937.  

BISPOS DE LORENA  

FALECIDOS
1º Bispo > + Dom Francisco Borja do Amaral,  em 1940.
2º Bispo > + Dom Luiz Gonzaga Peluzzo, em 1946
3º Bispo > + Dom José Melhado Campos, em 1960
4º Bispo > Dom Cândido Rubens Padim – OSB, em 1966
6º Bispo > + Dom João Hipólito de Morais, em 1976 

EMÉRITOS
5º Bispo > Dom Antônio Affonso de Miranda – SDN, em 1971 - Bispo Emérito em Taubaté 
7º Bispo > Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues – desde 05 de julho de 2005. 
É o atual Bispo Diocesano de Sorocaba.

ATUALMENTE
8º Bispo > Dom Benedito Beni dos Santos
 Nasceu em Lagoinha (SP) aos 15 de Janeiro de 1937. 
Ordenado Sacerdote em 22 de Dezembro de 1962. 
Nomeado Bispo Titular de Nasai e Auxiliar do Emmo. Cardeal Arcebispo de São Paulo a 28 de Novembro de 2001.
Ordenação Episcopal em Taubaté no dia 09 de Fevereiro de 2002. 


  • Apresento também o mapa de nossa Diocese:

Dividida em cinco setores a Diocese de Lorena possui 30 Paróquias:

SETOR LORENA
Catedral Nossa Senhora da Piedade
Paróquia Nossa Senhora das Graças
Paróquia Santo Antônio
Paróquia Nossa Senhora de Fátima
Paróquia Cristo Rei
Paróquia Nossa Senhora Aparecida
Paróquia São Pedro Apóstolo
Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santo Expedito 

SETOR CRUZEIRO
Paróquia Senhor Bom Jesus  (Cruzeiro) 
Paróquia Imaculada Conceição  (Cruzeiro) 
Paróquia São Pedro e São Paulo  (Cruzeiro) 
Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Cruzeiro)
Paróquia Santa Rita e São Sebastião  (Cruzeiro) 
Paróquia Santa Cecília  (Cruzeiro) 
Paróquia São Francisco de Paula (Lavrinhas)

SETOR CACHOEIRA PAULISTA
Paróquia São Miguel Arcanjo (Piquete)
Paróquia Santo Antônio (Piquete)
Paróquia Santo Antônio (Cachoeira Paulista)
Paróquia São Sebastião (Cachoeira Paulista)
Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Cachoeira Paulista)
Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Embaú)
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora (Canas)
 
SETOR VALE HISTÓRICO
Paróquia São João Batista (Queluz)
Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Silveiras)
Paróquia Sant'Ana (Areias)
Paróquia São José (S. José do Barreiro)
Paróquia Bom Jesus do Livramento (Bananal)
Paróquia Santo Antônio (Arapeí)

SETOR ESTÂNCIA CLIMÁTICA
Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Cunha)
Paróquia Nossa Senhora dos Remédios (Campos Novos de Cunha)




     Que possamos agradecer a Deus por tudo o que já foi realizado ao longo destes 75 anos de existência de nossa Diocese! Que nossa missão se estenda por muitos anos a mais, de modo que anunciemos Jesus com nossos testemunhos de amor e fidelidade, sendo sempre uma Diocese viva e em íntima união com Deus e com a Santa Igreja! Que Deus nos abençoe e nos guarde hoje e sempre!


Fontes: http://www.mitralorena.com.br/index.php
Por: Sem. Gustavo Uchoa

sábado, 21 de julho de 2012

Parabéns Diego Novaes!



O Seminário Diocesano de Lorena quer expressar a alegria pelo dom da vida do seminarista Diego Novaes. Hoje, 21 de julho, ele completa mais um aniversário, queremos desejar-lhe perseverança no caminho do Senhor. Que tu, Diego, possas crescer a cada dia na intimidade com Cristo, de modo que teu sim ao chamado d’Ele seja uma resposta amadurecida e, principalmente, uma resposta que surge da certeza de ser amado.

Embora estejamos em férias, nosso coração está unido na oração e, de forma especial, na Santa Missa. Queremos, portanto, parabenizá-lo e estender através dos meios de comunicação nossa manifestação de acolhida e carinho por sua vida. Parabéns, que Deus o abençoe.

sábado, 14 de julho de 2012

Igreja e Profetismo

            A Igreja nasceu com a missão de profetizar inspirada em grandes profetas do Antigo e Novo Testamento, sobretudo, em Jesus Cristo. Jesus de Nazaré teve a coragem e ousadia de enfrentar a liderança político-religiosa de seu tempo, para defender a justiça e a vida. A partir de Cristo, a Igreja primitiva começa sua missão de ser “profeta”, na sociedade. Mas com o passar do tempo parece que esse ideal profético foi se perdendo, dando lugar para interesses particulares e individuais.

                É claro que as mudanças de épocas ocorridas na história contribuíram muito para esse esfriamento profético. Mas o que não mudou é o valor da vida do ser humano e sua dignidade de pessoa. Nossa Igreja atual precisa recuperar a dimensão profética e ser, concretamente, um agente transformador. Ao longo da história temos como exemplos grandes profetas que, em nome de Deus, desafiaram muitos sistemas políticos denunciando a injustiça e opressão.

                 Atualmente está em questão a aprovação do aborto. Estamos diante de uma inversão de valores, a vida já não tem mais importância. Políticos procuram motivos para legitimar o “assassinato”. Mas qual é a posição de nós cristãos diante dessa problemática? Independente de religião, doutrinas e cultura, como estamos reagindo em relação a essa lei abortiva?       
                                    
             Por isso, a necessidade de teólogos comprometidos com a defesa da vida. Não podemos ser apenas intelectuais de “gabinete”, alienados à realidade social. Concordo que a Igreja tem produzido bastantes documentos e diretrizes, mas a dimensão da “práxis”, ainda está muito longe de atingir o povo. Devemos assumir nossa missão de batizados, e sermos autênticas testemunhas de Jesus Cristo. A mensagem evangélica precisa sair dos púlpitos a atingir a realidade concreta. Isto é, “ser” Igreja no mundo.

                O profetismo da nossa Igreja católica se esfriou, mas não acabou. Uma das poucas vozes moral na sociedade, ainda é a da Igreja. Sua missão é evangelizar e defender os direitos do ser humano. Que a Igreja, sustentada pela graça de Deus, continue a ser um sinal de esperança na sociedade. E, que com o auxílio da teologia, possamos dialogar cada vez mais com a modernidade e seus desafios.  

“A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na «missão» do Filho e do Espírito Santo”.

Decreto AD GENTES - Vaticano II


Sem. Anderson Luiz de Souza
2º ano Teologia

terça-feira, 10 de julho de 2012

Faleceu o Cardeal Eugênio de Araújo Sales, Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro

"De muita boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós".


Cardeal Eugênio de Araújo Sales
"Impendam et superimpendar"

Recebida a triste notícia do falecimento do venerado Cardeal Eugênio de Araújo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à Igreja no Brasil, venho exprimir meus pêsames a si e aos bispos auxiliares, ao clero e comunidades religiosas, e aos fiéis da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que por três décadas teve nele um intrépido pastor, revelando-se autêntica testemunha do evangelho no meio do seu povo. Dou graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus quase setenta anos de sacerdócio e cinquenta e oito de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: impendam et superimpendar (gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós). Enquanto elevo fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo bom e fiel, envio a essa comunidade arquidiocesana, que lamenta perda dessa admirada figura, à Igreja no Brasil, que nele sempre teve um seguro ponto de referência e de fidelidade à Sé Apostólica, e a quantos tomam parte nos sufrágios animados pela esperança da ressurreição, uma confortadora bênção apostólica.
Benedictus PP. XVI

quarta-feira, 4 de julho de 2012

MÊS DE JULHO - O PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE JESUS

O mês de julho foi estabelecido pela Igreja como o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Jesus. Isto remonta ao antigo calendário litúrgico da Igreja. Porém, a piedade cristã sempre manifestou, através dos séculos, especial devoção ao Sangue de Cristo derramado para a remissão dos pecados de todo o gênero humano,  por ocasião da Paixão e Morte de Jesus e atravessando a história até hoje com Sua presença real no Sacramento da Eucaristia.  
Segundo o Santo Padre João XXIII, a piedade cristã para com Nosso Senhor Jesus Cristo tem-se manifestado no decurso dos séculos, através de três devoções aprovadas pela Igreja intimamente unidas entre si: ao Seu Santo Nome, ao Seu Sagrado Coração e ao Seu Preciosíssimo Sangue. 
A devoção ao Preciosíssimo Sangue pode e deve manifestar-se:

1- Venerando-o no Santíssimo Sacramento, principalmente no momento da Elevação do Sagrado Cálice, na Santa Missa.
2- Recebendo-o na Sagrada Comunhão, mesmo só sob as espécies de pão, pois que, "o Sangue divino está indissoluvelmente unido ao Corpo de Cristo no Sacramento da Eucaristia. Desta maneira, os fiéis que dele se aproximarem dignamente receberão os mais abundantes frutos da redenção, da ressurreição e da vida eterna que o Sangue derramado por Cristo sob o impulso do Espírito Santo para todo o gênero humano".
3- Honrando-o com especiais orações e com a Ladainha, principalmente durante o mês de julho, que é o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Desde tempos muito remotos, a devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus sempre esteve presente e  floresceu cada vez mais em meio ao clero e  aos fiéis, através de solenidades, preces públicas,  Ladainhas. O Papa João Paulo II em sua Carta Apostólica Angelus Domini, frisa o convite de João XXIII sobre o valor infinito daquele sangue, do qual "uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa" .

Aprendi esta Devoção junto à Fraternidade Toca de Assis que, em sua missão reparadora, vivencia ao longo deste mês esta tão importante espiritualidade. Comunico-a aqui, afim de que ao menos se conheça tal devoção, tão bela, porém, pouco falada nestes tempos. A todos um grande abraço e boas férias! 

Deixo como dica esta música da Toca de Assis:
HINO AO PRECIOSÍSSIMO SANGUE - http://www.youtube.com/watch?v=n9YKFvIsJNg

Por: Sem. Gustavo Uchoa