Confira!
Confira em na página, Concílio Vaticano II, a continuação de nosso estudo.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
SANTO DO DIA
Hoje, 28 de Janeiro, é dia de Santo Tomás de Aquino. O Aquinate é uma personalidade do século XIII que, ainda hoje, tem muito a dizer para a Igreja e para os que se põem no seguimento de Cristo. O que mais me causa admiração na figura desse frade não é tanto a fineza de seu pensamento, mas sobretudo sua fidelidade a Cristo e Sua amada Esposa, a Igreja.
Gilbert Keith Chesterton ao escrever a biografia de São Francisco de Assis e de Santo Tomás de Aquino diz a respeito desse último: "Era um rapaz grande, pesadão e calmo, e tão calado que só abria a boca para perguntar repentinamente, de modo explosivo, ao professor: ‘O que é Deus? ’ A resposta não foi registrada, mas é provável que quem fez a pergunta tenha continuado a se preocupar em encontrá-la por si mesmo.”
[G.K. Chesterton - biografia de São Francisco e Santo Tomás de Aquino]
Gilbert Keith Chesterton ao escrever a biografia de São Francisco de Assis e de Santo Tomás de Aquino diz a respeito desse último: "Era um rapaz grande, pesadão e calmo, e tão calado que só abria a boca para perguntar repentinamente, de modo explosivo, ao professor: ‘O que é Deus? ’ A resposta não foi registrada, mas é provável que quem fez a pergunta tenha continuado a se preocupar em encontrá-la por si mesmo.”
[G.K. Chesterton - biografia de São Francisco e Santo Tomás de Aquino]
Por: Sem. Thales Maciel
FELIZ ANIVERSÁRIO
Hoje queremos desejar muitas felicidades ao nosso querido amigo
Paulo José Espindola!
Que Deus possa abençoar sempre mais sua vocação,
afim de que discernindo a vontade de Deus em sua vida você possa
ser sempre mais realizado em seus projetos!
Ao celebrar esta data tão importante, desejamos realmente muitas felicidades,
afinal, cada seminarista se alegra com o dom da vida daqueles que formam uma comunidade
que caminha pra bem servir a Deus e à Igreja.
Neste ano Paulo ingressará no Curso de Filosofia,
rezamos desde já para que esta nova etapa de formação
seja muita abençoada,
Que Nossa Senhora Aparecida interceda por ti!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
PARABÉNS MONSENHOR LUIZ CARLOS TAVARES !!!
Na foto: à esquerda concelebra Mons. Luiz Carlos Tavares (ainda não havia recebido o título),
preside a eucaristia Dom Benedito Beni, e ao lado direito Pe. Valdecy Ferraz.
No
dia 20 de janeiro de 2013, nossa Diocese recebeu a feliz notícia que o Santo
Padre o Papa Bento XVI concedeu o Título de Monsenhor ao Padre Luiz Carlos
Tavares, da Paróquia Senhor Bom Jesus em Cruzeiro – SP, por ocasião dos seus 25
de ministério sacerdotal.
Este título denominado “Capelão de Sua Santidade”, consiste em um reconhecimento da Igreja
Universal pelos trabalhos prestados à Igreja e ao povo de Deus. Mas,
infelizmente muitos não têm conhecimento da importância deste título concedido
aos presbíteros da Igreja. Pouco se sabe sobre sua origem e significado. Então,
surgiu à oportunidade de escrever um pequeno artigo sobre este assunto
abordando sua história na Igreja, os procedimentos de indicação e nomeação, e
os graus pertencentes a este título.
O Título de Monsenhor: sua história, definição e graus.
Sem.
Thales Nogueira Pereira Nascimento
2º Teologia
1.1 História
O
termo Monsenhor surgiu há muito tempo, desde o período em que o papado tinha
sua sede em Avinhão, na França do século XIV.
Portanto, os bispos eram chamados nesta região
de “Mon seigner”, ou seja, “meu
senhor”. Os presbíteros que trabalhavam na corte do Papa, também recebiam
certos privilégios concedidos pela Igreja, bem como membros de órgãos jurídicos
vinculados ao Papado. Os privilégios que eram concedidos a estes presbíteros
eram a utilização de insígnias espiscopais, ou seja, em alguns casos, o uso do
anel e da cruz peitoral, solidéu e até mesmo o uso da mitra.
Com o passar dos anos foram sendo organizados
vários títulos de monsenhor chegando a totalizar quatorze graus. O Papa Paulo
VI em Motu próprio datado de 28 de
março de 1968, chamado Pontificalis Domus,
reduz a três os títulos de monsenhor. São eles, Protonotário Apostólico
Numerário (ou Supranumerário), Prelado de Honra e Capelão de sua Santidade,
abolindo assim, alguns privilégios. Portanto, também, ficou definido no Motu próprio de Paulo VI que, os
monsenhores são considerados membros da Família Pontifícia, juntamente com os
leigos que são nomeados unicamente pelo Romano Pontífice.
Em alguns países como a Itália, os
bispos e arcebispos recebem o tratamento de “Monsignore”, um exemplo
“Monsignore Filippo Santoro, Arcivescovo di Taranto” (Monsenhor Filippo
Santoro, Arcebispo de Taranto). Também, os sacerdotes que estão para receber a
Ordenação Episcopal devem ser chamados desde o dia de sua nomeação pública até
o dia de sua ordenação de Monsenhor. Em caso de Sede Vacante na Igreja
Particular, o então eleito Administrador Diocesano recebe o tratamento de
Monsenhor “Capelão de Sua Santidade”, enquanto ocupar este cargo, tendo o
privilégio de usar a batina preta com faixa e botões violáceos.
1.2 Definição
O
Título de monsenhor é conferido somente pelo Romano Pontífice, e trata-se de um
título honorífico de distinção. Geralmente este título é concedido a um
presbítero do clero secular, ou seja, incardinado em uma Igreja Particular
(Diocese ou Arquidiocese). O Ordinário Local (Bispo) faz a indicação dos
presbíteros de sua diocese através da Nunciatura Apostólica, enviando-lhe os
nomes e as respectivas biografias dos candidatos. Portanto, o Santo Padre,
confere o título ao sacerdote. O número de monsenhores não pode ultrapassar de
10% do número de presbíteros incardinados na Diocese.
Assim,
recebida a distinção, a Secretaria de Estado da Santa Sé emite um certificado
com o grau do título. Portanto, trata-se de um título honorífico, ou seja, de
homenagem e reconhecimento ao sacerdote que desempenhou bem seus serviços à
Igreja no decorrer de seu ministério. Não se trata de um cargo eclesiástico ou
um grau do sacramento da Ordem, pois continua sendo presbítero da Igreja assim
como os demais, mas com uma distinção de reconhecimento da Igreja, possuindo
privilégios conforme o grau do título que lhe foi concedido.
1.3
Graus do título de “Monsenhor”
a) PROTONOTÁRIO
APOSTÓLICO: Primeiramente este título é concedido aos presbíteros que são
membros da Cúria Romana. Também é concedido pelo Papa juntamente com seus
privilégios a um sacerdote que mora fora de Roma.
PRIVILÉGIOS:
Batina preta com botões vermelhos e faixa violácea, barrete preto com borla
vermelha. Nas liturgias, batina violácea
com faixa e sobrepeliz, manteleta e o barrete.
NUMERÁRIOS:
Responsáveis por documentos papais são atualmente em seis prelados.
SUPRANUMERÁRIOS:
Título meramente honorífico a um presbítero que habita fora de Roma, um exemplo
próximo, o fundador dos Arautos do Evangelho Mons. João S.Scognamiglio ScognamiglioClá Dias, que
também, é Cônego do Cabido Liberiano da Basílica de Santa Maria Maior.
VESTIMENTAS
DE UM PROTONOTÁRIO APOSTÓLICO (Numerário ou Supranumerário).
b) PRELADO
DE HONRA DE SUA SANTIDADE: (Anteriormente chamado de Prelado Doméstico). Este título sempre esteve ligado à corte do
Papa, exemplo os Cerimoniários Pontifícios, o Maestro da Capela Pontifícia
“Sistina”, entre outros ofícios. Também pode ser conferido a um sacerdote que
esteja fora de Roma incardinado em uma Igreja Particular, assim solicitado pelo
Ordinário Local. É necessário, que o presbítero possua ao menos 45
anos de idade e 10 de sacerdócio para ser agraciado com o título.
PRIVILÉGIOS:
Batina preta com botões vermelhos e faixa violácea, barrete simples de padre
(pouco usado). Nas liturgias Batina violácea com faixa e sobrepeliz.
VESTIMENTAS DE UM
PRELADO DE HONRA DE SUA SANTIDADE
c) CAPELÃO
DE SUA SANTIDADE: (Chamado anteriormente de Camareiro Secreto). Este título é bem presente nas dioceses, pois
são concedidos aos presbíteros, que por muitos anos, dedicaram seu ministério
sacerdotal na Igreja Particular à qual estão incardinados. Principalmente ao
zelo às almas, e na fidelidade ao Romano Pontífice. Em algumas circunstâncias pode
ser concedido a um presbítero que celebra seu Jubileu Sacerdotal (25 anos, 50
anos). Não possuí autoridade canônica.
PRIVILÉGIOS:
Batina preta, faixa e botões violáceos e barrete com borla violácea. Nas
liturgias somente barrete e sobrepeliz.
VESTIMENTAS
DE UM CAPELÃO DE SUA SANTIDADE
Observação Importante:
Quando
afirmo “Nas liturgias” (somente participação), consiste quando o
presbítero agraciado com o título não concelebra ou não preside a celebração,
mas participa juntamente com a assembléia. Do contrário, ele utiliza os
paramentos próprios da celebração (Alva, Estola, Cíngulo, Casula, Barrete ou
Capa Pluvial no caso da Celebração da Liturgia das Horas, entre outras
celebrações). Esta observação se baseia para todos os graus do título.
REFERÊNCIA
- Carta
Apostólica em forma de Motu Proprio, Pontificalis
Domus, de Sua Santidade o Papa Paulo VI, de 28 de março de 1968.
- Disponível
no site www.vatican.va, em italiano.
Agradeço
a oportunidade e espero ter contribuído no esclarecimento desta questão,
Obrigado e um Grande Abraço a Todos!!!!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Pastoral dos Surdos
PASTORAL DOS SURDOS
"BOM PASTOR"
Neste último domingo,
dia 20 de janeiro, uma pastoral pouco conhecida, mas de grande importância
completou um ano de atividades pastorais na Paróquia São Sebastião em Cachoeira
Paulista. Referimos-nos aqui, à Pastoral dos Surdos “Bom Pastor”.
Vendo a importância das
atividades dessa pastoral, nossa equipe sentiu-se impulsionada a apresentar a
você que nos acompanha, esse meio de evangelização que acaba sendo também um
grande serviço de inclusão social presente em nossa Diocese.
A pedido de nossa
equipe, Jafhy coordenador ouvinte dessa pastoral, nos explica um pouco do que
se trata e qual o objetivo dessa ação pastoral:
“Avancemos para águas
mais profundas”
Essa foi a frase de nosso amado pastor
Dom Beni, bispo da Diocese de Lorena, ao acolher o projeto da Pastoral dos
surdos “Bom Pastor”, a primeira pastoral de surdos da Diocese de Lorena que se
faz presente e ativa na paróquia de São Sebastião em Cachoeira Paulista – SP,
onde é pároco o Mons. Luiz Carlos Correia Barbosa.
A pastoral dos surdos tem como objetivo
proporcionar aos surdos a possibilidade de um encontro pessoal com Cristo, de
experimentar a graça por meio dos Sacramentos levá-los a conhecer a doutrina da
igreja católica oferecendo acompanhamento devido na vocação. Possibilitando aos
surdos o encontro e a descoberta de sua vocação dentro da igreja. Visto que se
faz necessária a inserção dos mesmos dentro das comunidades de fé, vencendo o empecilho
da comunicação. Por esse motivo uma grande ferramenta utilizada é a Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Na paróquia de São Sebastião em
Cachoeira Paulista o trabalho vem acontecendo há um ano desenvolvendo as
seguintes atividades pastorais:
- Catequese;
- Preparação para Confissão;
- Interpretação de missas e
encontros (de formação e encontros de jovens);
- Aulas de libras para membros da
comunidade;
E outros trabalhos pastorais que
vem aprimorando e edificando a fé da pessoa surda e também dos ouvintes,
tornando-os discípulos e missionários e servidores da Palavra de Deus.
Um sinal visível da eficácia de
Deus em nossa comunidade por meio dos trabalhos desenvolvidos é ver os surdos
participando de missas e servindo a igreja auxiliando nas celebrações
eucarísticas como acólitos.
Seguindo sempre os passos do
Cristo Bom Pastor:
“Em nossas humildes mãos queremos
levar a riqueza do evangelho. Nosso ser que sinaliza a beleza de Deus para
esses irmãos tão necessitados de uma mensagem de amor e acolhida”. (Projeto Pastoral Bom Pastor)
Fontes: Pastoral dos Surdos Bom Pastor
Por: Jafhy Borges / Coordenador Ouvinte
Por: Jafhy Borges / Coordenador Ouvinte
Neste ano tivemos a possibilidade
de conhecer e acompanhar de perto o trabalho dessa importante pastoral.
Pastoral que tem sido uma grande ferramenta de evangelização na paróquia
em que se encontra presente. Atualmente a Pastoral dos surdos “Bom Pastor” atua
apenas na paróquia de São Sebastião.
Seria de grande valia para nossa Diocese se outras paróquias abrissem as portas para esse novo meio de evangelização, possibilitando aos surdos a experiência de uma vida comunitária ativa e participativa. Pois, por meio do trabalho dessa pastoral as pessoas com deficiência auditiva também se descobrem como membros de uma comunidade de fé, que os acolhem, os amam e que reconhecem seu valor.
Seria de grande valia para nossa Diocese se outras paróquias abrissem as portas para esse novo meio de evangelização, possibilitando aos surdos a experiência de uma vida comunitária ativa e participativa. Pois, por meio do trabalho dessa pastoral as pessoas com deficiência auditiva também se descobrem como membros de uma comunidade de fé, que os acolhem, os amam e que reconhecem seu valor.
Certa vez, um dos membros dessa
pastoral postou um trecho de um salmo que dizia “bendito seja o senhor de
Israel que adestrou minhas mãos para a luta e os meus dedos treinou para a
guerra”.
Acredito que os membros do Bom Pastor conseguem ultrapassar os limites físicos não somente com a LIBRAS, mas certamente com o carinho, amor e dedicação que tem por aqueles que os procuraram com sede de Deus. Hoje, com toda segurança posso afirmar que esse projeto vem do coração bondoso e misericordioso de Deus, que abraça a todos seus filhos.
Acredito que os membros do Bom Pastor conseguem ultrapassar os limites físicos não somente com a LIBRAS, mas certamente com o carinho, amor e dedicação que tem por aqueles que os procuraram com sede de Deus. Hoje, com toda segurança posso afirmar que esse projeto vem do coração bondoso e misericordioso de Deus, que abraça a todos seus filhos.
Muitos evangelizam com palavras, outros cantando, outros
escrevendo, mas a pastoral dos surdos transformou um meio de inclusão social em
uma grande ferramenta de Evangelização.
Parabéns por esse trabalho
realizado com tanta dedicação e amor! A Igreja é grata pela dedicação para com
aqueles que necessitam.
Por: Sem. Diego Novaes
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Vivenciando o Ano da Fé
A seguir, o interessante texto "O Credo do povo de Deus" de Dom Demétrio Valentini, Bispo de Jales (SP), o texto apresenta uma leitura do Ano da Fé promulgado em 1967, por Paulo VI, vale a pena conferir!
O Credo do povo de Deus
Estamos em pleno Ano da Fé. Ele teve seu início oficial no dia 11 de outubro de 2012, data que celebrava os 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II. E tem seu término estabelecido para o domingo de Cristo Rei de 2013, que neste ano vai cair no dia 24 de novembro.
Um ano que promete muitas iniciativas, em vista desta proposta de fazermos dele um “Ano da Fé”. Mas o interessante é que recentemente já tivemos outro “ano da fé” realizado logo depois que terminou o Concílio.
Aquele foi proposto pelo Papa Paulo VI. Tinha como motivação a celebração do martírio de São Pedro e São Paulo em Roma.
O martírio dos dois maiores Apóstolos aconteceu nas proximidades do ano 67 de nossa era. Daí a data daquele “Ano da Fé”, colocado entre as festas de São Pedro e São Paulo, entre o 29 de junho de 1967 e 29 de junho de 1968.
Daquele primeiro “Ano da fé” a Igreja recebeu uma herança muito preciosa. Trata-se do “Credo do Povo de Deus”, elaborado por Paulo VI, e professado por ele no dia do encerramento do Ano da Fé, em 1968.
Foi louvável o esforço do Papa de colocar dentro de uma sequência harmoniosa, todas as verdades reveladas por Deus, colocadas para o nosso conhecimento, e propostas para o nosso consentimento. Assim, através de uma profissão clara e detalhada, Paulo VI formulou a crença cristã em Deus Trindade, destacando as verdades ao alcance da Igreja sobre Jesus Cristo e o Espírito Santo. Mas explicitando também as verdades sobre Maria, sobre a Igreja, sobre a nossa realidade de pecadores envolvidos pelas consequências do pecado humano, mas chamados à santificação pela ação da graça de Deus revelada em Jesus Cristo, e levada em frente pelo ministério da Igreja.
Este “credo”, professado solenemente pelo Papa Paulo VI, ficou conhecido como o “Credo do Povo de Deus”.Com este título se retoma a afirmação central do Concílio, que identificou a realidade e a missão da Igreja em termos de “povo de Deus”, no contexto da visão bíblica que é sintetizada nas palavras do Profeta Jeremias; “Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo”.
Será certamente útil conferir este “Credo do Povo de Deus”, na sequência que ele próprio destaca, para percebermos a riqueza de verdades que Deus nos revelou, e o desafio de conhecê-las bem e professá-las de maneira consciente e comprometida.
Em todo o caso, é uma boa proposta iniciarmos o novo ano, guiados pelo “Credo do Povo de Deus”.
FONTE: http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-luiz-demetrio-valentini/11133-o-credo-do-povo-de-deus
Se você quer conhecer o texto de Paulo VI (na conclusão do Ano da Fé) na íntegra, acesse o site do Vaticano pelo link: http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/motu_proprio/documents/hf_p-vi_motu-proprio_19680630_credo_po.html. Quanto mais acrescentarmos à nossa Fé, buscando conhecimentos, melhor estaremos vivenciando este tempo abençoado proposto por nossa Igreja!
Por: Equipe do Blog
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
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