quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Hoje é dia de festa em nosso seminário. É aniversário do sem. MATEUS RIBEIRO!

Hoje louvamos a Deus pela vida de nosso irmão MATEUS RIBEIRO (seminarista do 3º ano de filosofia).



Mateus, junto do sem. Rafael Beck, já a dois anos é o responsável pelo SAV (serviço de animação vocacional) em nosso seminário.
Ele possui três virtudes da Virgem Maria que são admiradas por todos da casa: é humilde, sabe silenciar e serve a todos com alegria.


Caro irmão Mateus, nesse dia tão especial em que celebramos seus 22 anos, queremos rogar a Deus que derrame sobre você Suas graças e bençãos.

Receba os nossos votos de felicidade e longevidade!




O ANO DA FÉ




Irmãos e irmãs que acessam o blog de nosso seminário,
 a vós e a todos aos que estas palavras chegarem,
“Pax et Bonum”!

Como aqui diversas vezes já abordamos, vivemos numa sociedade tomada por um sistema ético que rejeita toda forma de fé e devoção religiosas, e, aceita como diretrizes apenas os fatos e influências derivados da vida presente, sistema esse que rejeita a intervenção transcendental, a intervenção divina, e reduz a relação entre Criador e criatura a mero fatalismo de contextualizações históricas e psíquicas assumidas pelo ser.
Frente a esse sistema implantado em todas as culturas modernas, observamos grande crise religiosa, crise de moral e fé cristã, crise entre o povo de Deus, o povo da Igreja.
Diante dessas crises, por vezes nos questionamos: o que fazer para tornar nossa evangelização e nossa fé mais concreta e convincente aos olhos dos que a colocaram como segunda opção ou até mesmo a rejeitaram?

O Santo Padre Bento XVI mostra-se preocupado com essa questão e, nos relata: "Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude». Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado. Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes setores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas." (Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio Porta Fidei § II).

Eis, pois, que em 11 de outubro de 2012, somos conclamados pelo Vigário de Cristo a iniciar na Igreja o Ano da Fé. 
Essa data, muito significativa para nós, coincide com dois "aniversários": o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica.

A Igreja, com Alegria e Esperança, nos faz um convite para retornarmos as fontes de nossa fé, para conhecermos o que cremos e daí professarmos seguramente nossa crença. A Igreja nos convida, independente de nosso estado de vida, clérigos, religiosos, consagrados ou leigos, a estudarmos a riqueza da tradição apostólica e doutrinal contida em nossos documentos, em especial nos do Concílio Vaticano II e no Catecismo.

A Igreja como Arca da Aliança, nos convida a criarmos em nossas paróquias um ambiente de discipulado para que todos vivam com o Mestre Jesus uma experiência de amor e sejam por Ele seduzidos, não só pelas experiências místicas, mas também pelo conhecimento daquilo que, por força do Espírito, Ele a inspirou, e ela se encarregou de documentar e passar de geração em geração até os nossos dias.

A Igreja como Luz das Gentes, nos convida a intensificarmos a celebração da fé na liturgia, em especial na eucaristia, fonte e ápice de nossa missão e caminhada.
E ainda, nos convida para testemunhar no mundo a fé e a beleza do encontro com Cristo que orienta nosso viver e muda nosso jeito e nossos relacionamentos com a/em sociedade.

A Igreja nos faz todos esses convites porque “Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf.Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De fato, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação” (Porta Fidei § III).

Caros irmãos e irmãs, esforcemos de todo coração para corresponder aos apelos da Igreja. Que o Ano da Fé (que hoje abrimos solenemente em nossas paróquias e no dia 18, quinta feira próxima, com toda nossa diocese na Catedral) sirva para nós como oportunidade de evangelização e reevangelização de todo o povo de Deus, que nesse santo ano possamos viver concretamente o “aggiornamento” proposto pelo Vaticano II e efetivamente sejamos “sal da terra e luz do mundo”.

Junto desse texto segue o link onde vocês podem ter acesso à Carta Apostólica em que Bento XVI proclama o Ano da Fé, donde tiramos referências para a produção destas nossas colocações. Segue também uma imagem explicativa do logo do Ano da Fé (para melhor visualização recomento abrir a imagem).

Deus nos abençoe e nos dê a graça de um bom e santo Ano da Fé!

Em Cristo,


Seminarista Gabriel S. Ribeiro
Propedêutico










Logo do Ano da Fé:

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Dia 9 de outubro - São Dionísio e São João Leonardo

 São Dionísio, ou Dênis
O santo Dionísio, popularmente conhecido como o são Dênis de Paris, que é comemorado neste dia, foi durante muito tempo venerado como único padroeiro de França, até surgir santa Joana d'Arc para dividir com ele a grande devoção cristã do povo daquele país. 

De origem italiana, ele era um jovem missionário enviado pelo papa Fabiano para evangelizar a antiga Gália do norte no ano 250, portanto no século III. Formou, então, a primeira comunidade católica em Lutécia, atual Paris, sendo eleito o seu primeiro bispo. Alguns anos depois, teria sofrido o martírio, sendo decapitado no local hoje conhecido como Montmartre, isto é, "Colina do Mártir". Ao lado do bispo Dênis, o sacerdote Rústico e o diácono Eleutério, seus companheiros, também testemunharam sua fé cristã.
 

Sobre o seu túmulo em Montmartre, mais tarde, foi edificada uma basílica, junto à qual, no ano 630, o rei Dagoberto fundou uma abadia. Até esses monges acabaram sofrendo com o efeito de uma enorme confusão que se fez entre este mártir e outros dois Dionísios: o Areopagita, discípulo de são Paulo, e o célebre escritor de Alexandria. Mas esses religiosos foram citados indevidamente.
 

A estranha e rebuscada confusão que se fez em torno da figura do santo bispo Dênis envolvia nitidamente essas três figuras distintas, que viveram em épocas diferentes, mas que foram unidas num único personagem, o santo celebrado hoje. Contava-se que o mártir original, ou seja, o bispo Dênis de Paris, foi enviado à Gália francesa pelo papa são Clemente I no fim do século I. Por isso ele começou a ser identificado com a figura de Dionísio Areopagita, discípulo do apóstolo Paulo, comemorado no dia 3 de outubro. Por isso, também, passou a ser confundido com um homônimo da Alexandria, autor de uma famosa coletânea de escritos místicos, que desde o século V vinha sendo erroneamente atribuída ao discípulo Areopagita.
 


Não bastasse toda essa confusão, são Dionísio, ou Dênis, segue sendo aclamado pela mais antiga tradição cristã francesa, que o venera como um mártir cefalóforo, ou seja, carregador de cabeça. E assim ele chegou aos nossos dias sendo o bispo mártir que havia carregado a própria cabeça decepada até o local onde deveria ser enterrado. No caso, a Abadia de Saint-Denis, em Paris, local onde, tradicionalmente, todos os reis da França foram enterrados.




São João Leonardo

Leonardo nasceu na Toscana, em 1541. Levou uma vida normal de leigo, trabalhando no ramo farmacêutico com o pai até os vinte e seis anos de idade, quando este morreu. Tendo participado do trabalho junto aos pobres com os padres colombinos, decidiu entregar sua vida ao seguimento de Cristo. 

Mesmo sabendo das dificuldades por ser adulto, Leonardo não se intimidou. Enfrentou os estudos desde o começo, do princípio mais elementar. Juntou-se aos meninos para aprender o latim e, em seguida, aplicou-se no estudo de filosofia e de teologia. Quatro anos depois, foi ordenado sacerdote.
 

Dedicando-se à catequese das crianças, implantou, junto com alguns religiosos, uma educação totalmente voltada para os princípios cristãos, nascendo, em 1574, a Congregação da Doutrina Cristã, hoje Clérigos Regulares da Mãe de Deus, também conhecidos como padres leonardinos.
 

Em 1584, resolveu fazer uma peregrinação à França, ao Santuário de Nossa Senhora de Loreto. Leonardo, que tinha conquistado a confiança do papa Clemente VIII, foi enviado por este para realizar diversas missões em seu nome, restaurando a disciplina religiosa em várias ordens, conventos e congregações. Era um tempo de decadência de costumes e seu trabalho entusiasmado e atraente trouxe de volta os velhos princípios do verdadeiro cristianismo que se haviam perdido no dia-a-dia de muitos integrantes da Igreja.
 

Preocupado em assegurar um futuro de fé às crianças pagãs, fundou, em parceria com João Batista Vives, um colégio para jovens sacerdotes que se espalhariam pelo mundo como missionários, pregando o catolicismo entre os infiéis e cuidando das vítimas das epidemias. Portanto João Leonardo foi o precursor do Colégio Urbano dos Missionários da Propaganda Fidei, ou Obra da Propaganda da Fé, fundado em 1627, em Roma, atuante até nossos dias, principalmente na esfera da Santa Sé. E também dos Missionários Exteriores de Paris, fundado em 1663.
 

Influenciado pelo Concilio de Trento, ao lado de grandes religiosos da época, como os depois santos Filipe Neri, José Calazanz e Camilo de Lellis, João Leonardo travou uma grande luta pela reforma eclesiástica da Itália, o que o fez tornar-se, também, um dos grandes do seu tempo.
 


Radicado em Roma, ele morreu no dia 8 de outubro de 1609. Seu corpo se encontra na cripta da igreja Santa Maria, em Campiteli. Beatificado em 1861, o papa Pio XI declarou santo João Leonardo em 1938, cuja festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dia 5 de outubro - Celebremos o grande Benedito, o santo negro!

Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem - era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, "o Mouro". Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas "o santo Negro". 

Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB. 


Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. 

Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: "Nosso santo mouro". Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência.


Convento onde São Benedito viveu
Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. 

Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. 

Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias. 

Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição.
Relíquias do Santo (seu hábito, capuz e cíngulo)
E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do "santo Mouro", profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.



Translado do corpo de São Benedito (intacto a 423 anos)

Corpo intacto de São Benedito em nova urna para veneração dos fiéis.



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dia 4 de outubro - Celebremos o grande Francisco, o santo de Assis!



Nasceu em Assis (Itália), no ano 1182. Depois de uma juventude leviana, converteu-se a Cristo, renunciou a todos os bens paternos e entregou-se inteiramente a Deus. Abraçou a pobreza para seguir mais perfeitamente o exemplo de Cristo,e pregava a todos o amor de Deus. Formou os seus companheiros com normas excelentes, inspiradas no Evangelho, que foram aprovadas pela Sé Apostólica. Fundou também uma Ordem de religiosas (Clarissas) e uma Ordem de Penitentes Seculares; e promoveu a pregação da fé entre os infiéis. Morreu em 1226.



Senhor, a vós cantamos
um hino de louvor,
louvando o vosso santo
perfeito servidor

Fiel seguiu a Cristo,
deixando as alegrias,
riquezas e prazeres
que o mundo oferecia.

Humilde, obediente,
a vós se consagrou;
do corpo a castidade
por Cristo conservou.

Buscou a vossa glória,
unido a vós somente,
com todo o ser entregue
do amor ao fogo ardente..

A vós na terra preso
por grande caridade,
no céu, feliz, triunfa
por toda a eternidade.

Seguindo o seu exemplo,
possamos caminhar
e um dia, a vós, Trindade,
louvor sem fim cantar.

São Francisco de Assis, rogai por nós!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

OUTUBRO - MÊS DAS MISSÕES

Ontem celebramos o dia de Santa Teresinha Lisieux, como é popularmente conhecida a padroeira das missões, canonizada pelo Papa Pio XI no dia 17 de maio de 1925, sendo, posteriormente, pelo mesmo Papa declarada Patrona Universal das Missões Católicas em 1927.
Neste mês peçamos de modo muito particular sua intercessão, a fim de que movidos pelo ardor missionário possamos ser sempre mais desejos de anunciar nosso Amado Salvador a todos quantos ainda não O conhecem!



Je veux passer mon Ciel à faire du bien sur la terre

Santa Teresinha

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Nesse dia de alegria, em ritmo de festa celebremos a vida!

Hoje é um dia muito especial para nossa casa, celebramos em comunidade o dom da vida de nosso irmão Thales Nogueira (seminarista do 1º ano de Teologia), que hoje completa 22 anos.Rogamos a Deus que abençoe, proteja, ilumine e guarde nosso irmão Thales, afim de que, seu sorriso, sua voz e alegria continuem nos contagiando por muitos anos.